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A BOOK IS PUBLISHED EVERY THIRTHY SECONDS |
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The reading of books is growing arithmetically; the
writing of books is growing exponentially. If our passion for writing goes unchecked, in the near future there will be more people writing books than reading them. [See graph] |
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For the unrepentant reader, author, translator,
publisher, bookseller, librarian, Gabriel Zaid wrote a short book now
translated into several languages. |
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Los demasiados libros |
Lohlé (Buenos
Aires) |
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So Many Books |
Paul Dry (Philadelphia) |
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Livros demais! |
Summus (Sâo Paulo) |
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So viele Bücher! |
Campus (Frankfurt) |
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Bien trop de livres? |
Les Belles Lettres (Paris) |
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I troppi libri |
Jaca Book (Milano) |
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Koliko knjiga! |
Algoritam (Zagreb) |
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Zo veel boeken |
Prometheus (Amsterdam) |
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Toliko knjig! |
Sodobnost (Ljubljana) |
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Livros
de mais |
Temas
e Debates (Lisboa) |
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Com
uma visão crítica construída ao longo de anos |
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APRESENTAÇÃO
DO EDITOR Por
muito tempo escrevi e reescrevi um artigo nunca finalizado ao qual dei o
título "Mamãe, quero ser editor". Era
um desabafo –por isso nunca terminado, graças a lapsos de diplomacia – em que
eu analisava um assunto recorrente preferido: editores que não trabalham com
capital de risco, pois usam dinheiro público ou equivalente, têm o prazer dos
acertos e não são penalizados pelos erros, mas fazem concorrência às editoras
comerciais que, se falharem além da conta, quebram. Foi
portanto com grande alegria que tomei contato com este pequeno livro de
Gabriel Zaid que resolvia com melhores palavras o que eu queria expor naquele
artigo. E muito mais. Zaid
rompe com dogmas e lendas. Mostra como a tecnologia permite que cada um
realize o desejo de ser editor, mas mostra também que o negócio editorial vai
muito além da aura romântica sob cujo prisma uma certa intelectualidade e uma
certa imprensa quer vê-lo. Esta
obra é leitura obrigatória para profissionais, estudantes e líderes da classe
editorial (se é que a classe se permite tê-los). Ela toca em todos assuntos
do ciclo, da criaçáo à leitura do livro. A ansiedade dos autores pelo
sucesso, a impossibilidade de vender tudo que se produz, a frustração do
leitor que nunca lerá tudo que deseja, as novas tecnologias na produção e
comercialização são temas analisados de forma prática e bem-humorada. Se não
chega a ser um manual para a resolução dos problemas do livro e da leitura,
ele é, com certeza, um ótimo mapeamento para se discutir às claras sobre
possíveis caminhos. Não
poderíamos deixar de aproveitar a oportunidade e acrecentamos à obra uma
introdução que "nacionaliza" as questões abordadas no livro. Ela
foi escrita por Felipe Lindoso –que a tambén assina a tradução–, profissional
de primeira linha no negócio editoria e na condução de assuntos da classe,
profundo cohnecedor dos números do mercado, muito além das estatísticas
gerais e, principalmente, do significado de seus detalhes. Aquí Felipe
"faz a lição de casa", como sempre recomendou aos editores curiosos
em entender as pesquisas e aplicar os ensinamentos dos resultados. RAUL
WASSERMANN |
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